Motivo

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.

Cecília Meireles



Escrito por Pequiman às 16h59
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Kokô

Eu sei pq Kaká tem aquela cara de bunda e é nervosinho. Não é de hoje. Ele é uma pessoa insatisfeita, chateada, frustrada. Não é dor, crise técnica, saudades da Itália. É óbvio, gente. O cara não é chupado. Isso é claro. Até a justificativa oficial, contusão no púbis, confirma o problema verdadeiro. Somatização. Sexo oral é a variação-mor do que se faz na cama (ou encostado em um muro de uma rua escura), tirando bizarrices e fantasias prafrentex. Tô falando de coisas consideradas normais: sexo anal, sexo oral, swing, ménage, etc. Boquete é o que há. E aí tá o problema. A mina do Kaká não chupa, tá na cara. Ou, se chupa, é por pouco tempo, sem vontade, afoita, com medo da porra sujar o rostinho. Ele não pula a cerca com outra mulher, por causa da igreja. Daí o cara tem que pedir pra algum colega de time fazer o serviço. No Real Madrid, sem Beckham e Ronaldo, só tem o Cristiano Ronaldo, mas, na luta de vaidades, duvido que o português pague. Mais fácil fazer Kaká chupá-lo. Na seleção brasileira, sem Ronaldinho Gaúcho (os dentes devem machucar), acho que o Júlio Baptista faria, mas exigiria uma retribuição, if you know what I mean. É isso. Para ficar bem, Kaká precisa de uma boa chupada.



Escrito por Pequiman às 10h51
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Parece VT

Nunca tinha visto tamanha decadência na TV brasileira. Muitos comemoraram o crescimento da Record, que ameaçaria a liderança da Globo, provocando melhorias na programação de ambas na luta pela audiência. Puro ranço esquerdista. Afinal, a Record é a verdadeira emissora oficial do Brasil. Lulista e petista até o talo. Não é surpresa, né? A igreja dona do canal faz tudo por dinheiro. Pois é, mas a Record, com muita grana e nenhum bom gosto, produz um monte de porcaria; contrata um bando de atores refugados da Globo, paga horrores para diretores e técnicos e finge fazer jornalismo, mas só consegue fazer uma programação ridícula. Que, obviamente, vira preferência popular, pois o senso estético da Record se alinha com o gosto brasileiro. Aí vem a Globo e começa a imitar a Record! Só pode ser isso pra explicar aquele seriado policial que passa na terça-feira. Putz, que coisa ruim! Padrão Record, saca? Texto bobo, direção amadora e atores com aquela cara de que estarão na Record logo, logo, de tão incompetentes. Só falta agora um “CQC” da Globo para completar a palhaçada. Ainda bem que tenho “House”, “Weeds” e “Fifa Manager”.



Escrito por Pequiman às 10h51
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Povo pobre

“Quem é rico mora na praia, mas quem trabalha não tem onde morar.” Juro que nunca tinha prestado atenção nesse pequeno (em todos os sentidos) hino comunista. Quer dizer que rico não trabalha? E como ficou rico? Ah, claro, explorando quem trabalha, né? Cambada de ridículos com a barbicha mofada.



Escrito por Pequiman às 10h50
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Nem tudo pode dar certo

Apesar de ter adorado “Tudo pode dar certo” e de ter dado boas risadas (vou ver Woody Allen esperando exatamente mais do mesmo, estava com saudades de NY), saí do cinema deprimido. Me vi em Boris e não gostei. Toda a rabugice, toda a misantropia, todo o mau humor, todas as reclamações, todo o pessimismo, toda a suposta superioridade, toda a agressividade são muito engraçados no início, mas um dia enchem o saco de todos que rodeiam gente com essas características. Mesmo que o “início” dure anos. Uma hora acaba o encanto, se é que pode ser chamado assim. Depois do filme, decidi que não quero ser assim. Não quero ficar sozinho. Espero que consiga.



Escrito por Pequiman às 21h57
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Bruno

É... Bruno morreu. Eu digo que vou ter que contratar gente pra carregar meu caixão. A cota de funcionários aumentou, apesar de sempre pensar que Bruno morreria antes de mim. Mas precisava ser tão cedo? Sem estarmos preparados? Sem ao menos conseguir calcular a falta que vai fazer?

Conheci-o em 1996. Nessa quase década e meia, nos divertimos bastante. Fomos a lugares inimagináveis e aos quais prometemos nunca mais voltar. Nos consolamos. Bruno era um cara jóia. Rara. Não tinha ciúmes. Não tinha inveja. Tinha um ódio imensurável de tudo de ruim que o mundo e as pessoas podem produzir. Estava sempre pronto a ouvir. Não perguntava os motivos, só ajudava. Como todo mundo, era carente. Amava incondicionalmente quem tb o ouvia sem nenhum outro interesse a não ser... ouvir.

Me deixou um amigo de herança. Quem me conhece e sabe o quanto é difícil eu fazer amizades, pode imaginar o tesouro incalculável que é esse presente.

Como acontece com todo mundo, algumas coisas eu só conversava com ele, de um jeito que só existia entre nós. Fico pensando em alguns assuntos e sei exatamente o que ele falaria. Nem tivemos tempo de conversar sobre o julgamento dos Nardoni, o que provavelmente aconteceria hoje. Não. Ele morreu de madrugada, atropelado. Ele foi cobrado nos últimos anos pra voltar a estudar, se definir profissionalmente. Pra quê? Pra morrer desse jeito estúpido, aos 36 anos? É lógico que ele teve suas dificuldades, de acordo com as escolhas que fez. Mas viveu, viveu, viveu. Viveu intensamente seus poucos anos. Imagine se não tivesse feito tudo o que fez.

Assistiu, de verdade, a todos os filmes que dizia ter assistido. Mandava links do YouTube e de músicas pra mim em off pelo messenger. Fazia agrados que emocionavam. Me conhecia muito bem.

Quando alguém morre, a gente acaba se arrependendo de algo que fez ou que poderia ter feito. Eu mesmo já sofro antecipadamente algumas mortes de pessoas queridas por isso. Não tenho essa sensação agora. Creio que demonstrei adequadamente o quanto eu o prezava, o quanto eu o amava. Mas é claro que vou sentir falta de Bruno. Demais. Já estou sentindo. Esse tipo de fato serve pra gente não deixar nada pra amanhã. Temos mania de adiar nossas declarações de amor, nossos encontros, nossos sonhos. “Ah, fulano tá sempre ali. Depois eu falo com ele.” Não vou correr esse risco.

Acreditarei no espiritismo se ele mandar uma carta reclamando das músicas cantadas no velório.



Escrito por Pequiman às 22h38
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Escrito por Pequiman às 10h29
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Cachorrada

Bruno Mazzeo disse na Playboy que já comeu 5 capas da revista. Eu já gravei comercial com cachorro que tb saiu na capa.



Escrito por Pequiman às 23h11
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Não é a vizinha

Uma conhecida, reclamando de alguém:

“Faça mil favores!”



Escrito por Pequiman às 10h18
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Morrer a morte

Depois de afirmar que a favela é um lugar tranquilo e seguro, a protagonista de “Viver a vida”, ao comentar a “invasão” da polícia no morro, disse que a ação militar foi realizada no primeiro dia do ano pq os moradores estavam de ressaca e não podiam resistir. O que isto quer dizer??? Que a população deve receber a bala quem persegue criminoso? É isso mesmo??? Manoel Carlos é um bandido.



Escrito por Pequiman às 21h33
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Cansado de palhaçada

O que “Avatar” e seus índios azuis nos sugerem? Viver trepados em árvores? Não inventar máquinas para explorar a natureza? Não descobrir a pólvora? Não evoluir?

...

Novelinha “Viver a vida” é engraçada. Uma personagem lá levou um empurrãozinho do padrasto (justificável, já que ela namora bandido e o levou pra dentro de casa), ficou toda ofendida e preferiu morar na favela com o vagabundo, no meio de tiroteio. Lobão tem toda razão. Carioca Zona Sul fica curtindo bossa nova com um buraco de bala na cabeça. A cultura violenta do morro, com seu funk e afins, se impõe a essa visão de mundo babaca e cafona.

...

Vejo muitas vezes governos gastarem os tubos para reconstruir, COMO OS ORIGINAIS, patrimônios tombados que foram destruídos por desastres naturais. Peraí. Só tem sentido preservar se essas coisas resistirem, né? Se ficarem de pé enfrentando vários ataques, naturais ou não, em toda a história. Uma tempestade que destrói uma cidade medieval hoje poderia ter acontecido há 300 anos e não haveria o que ser preservado. Se Vila Boa for inundada, vão construir outra cidade com ruas de paralelepípedos?

...

Antes da abertura da Copa Africana de Nações, teve um minuto de silêncio. De verdade, absoluto, como nos estádios ingleses. Duas possibilidades teóricas, ambas idiotas, pela falta de educação brasileira foram derrubadas: a colonização portuguesa e a participação negra na formação da sociedade. Brasileiro é um povinho desgraçado e nem dá pra saber o motivo.



Escrito por Pequiman às 16h42
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Esporte?

Eu me recuso a admitir que jogador de xadrez é atleta.



Escrito por Pequiman às 08h57
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Ahá!

As pessoas costumam reproduzir frequentemente dois comportamentos que azedam tudo.

O primeiro: te acusam de fazer o que elas mesmas fazem. As tomam como medida pra todo mundo. E, pra evitar que tenham que se defender, colocam os outros na defensiva. Isso é de uma covardia atroz, por imputar aos outros atos próprios passíveis de condenação. Ou pq pensam que todo mundo é igual mesmo ou para esconder o próprio rabo sujo.

Segundo: as pessoas sempre replicam suas ações, incluindo os erros. Ninguém consegue fugir do passado. Se alguém te fez sofrer agindo de uma maneira, pode ter certeza que fará a mesma coisa, mais cedo ou mais tarde, por mais que peça desculpas. E sempre, e sempre, e sempre... Por isso, vc pode até perdoar, mas não esqueça. Terá que desculpar de novo pelo mesmo motivo. Ou não.

Como eu escrevi em um longo texto abaixo, ter consciência desse tipo de coisa não ajuda nada. É pior, por saber exatamente do que as pessoas são capazes. Ignorância é felicidade.

Eu não me decepciono com ninguém. Espero tudo de todo mundo, de bom e de ruim, mas geralmente as pessoas costumam confirmar minhas piores expectativas. Estar preparado não quer dizer que eu não fique chateado. Fico, e muito.

Além de conhecer a natureza humana, eu percebo sinais que as pessoas nem imaginam que estão emitindo. Todo gesto, toda reação, todo comportamento tem um motivo. Se não sei na hora o que é, descubro.

Preocupação, raiva, tristeza costumam se manifestar fisicamente em mim. Eu tive oito úlceras simultâneas. Fico com febre. Tremo. Por isso, não consigo disfarçar. É fácil saber quando estou com algum problema.

Só que tem uma coisa. Eu vou começar a jogar pesado. Se alguém tem algo pra me dizer antes, que seja rapidamente. Talvez eu releve alguma coisa e distribua bônus pela sinceridade, ainda que tardia e provocada por medo. O pau vai comer e eu quero o caos.



Escrito por Pequiman às 15h08
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Noise IV - Martim

Não pude ver Mini Box Lunar, psicodelia amapaense. Muito cedo. Os caras tiveram que tomar seu ácido quando ainda tinha sol. Cheguei atrasado para Cassim & Barbária. Pensei que a noite estivesse completamente perdida. Não graças a Mama Rosin, que é divertido, mas não comprei o CD. Não dá pra ouvir em casa. É pra dançar na rua. Precisa falar de Mercenárias não, né? Fui embora antes de Dirty Projectors. Ô falta de paciência para experimentalismo, nome bonito para barulho.

Saldo final: não foi um bom festival. Comprei alguns CDs, até com músicas que eu já tinha em mp3. Fetiche puro. Estou um caco. Não aguento nem duas noites seguidas, quanto mais quatro.



Escrito por Pequiman às 03h24
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Noise III - Martim

Volver quer ser Los Hermanos, mas o som é legal. Milocovik é muito fashion pro meu gosto. Vivendo do Ócio é muito bom. Rock de cervejada.

Momento estranho. Eu: “Cara, quero comprar o CD que a banda trouxe.”. Vocalista do Volver: “Acabou. O pessoal comprou tudo.”. Eu: “O.K. Ó, muito legal o som de vcs.”. E fui saindo. Vocalista do Volver: “Como é seu nome mesmo?”. Eu: “Alex.”. Vocalista do Volver, estendendo a mão e me cumprimentando: “Obrigado, Alex.”. Isso um ano depois do tchauzinho do baixista do Vaselines e Joss querendo que eu devolvesse.



Escrito por Pequiman às 03h08
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Noise II - Metrópolis

Bang Bang Babies é punk. Nem cheguei perto do palco no show do Sapatos Bicolores. The Name tá cheio de programações eletrônicas. Os caras não tocaram as primeiras músicas mais oitentistas e estão achando que são negões. O local não ajuda, uma casa velha e pequena. Muito cigarro e suor pro meu gosto.



Escrito por Pequiman às 10h27
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Noise I - Fiction

Motherfish matador. Show intenso. Como eu temia, The Soundscapes só funciona no estúdio. E o vocalista/guitarrista se esqueceu de me levar o CD pra eu comprar. Não deixei o Vamoz terminar a primeira música, né?



Escrito por Pequiman às 10h30
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Certeza

Houston, we have a problem. Mas podemos dar um jeito nisso. Vamos voltar sãos e salvos pra nossa terra.



Escrito por Pequiman às 22h06
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Lalá

Lalá se suicidou. Lalá tinha 20 e poucos anos. Era bonita, rica e pós-graduada. Namorava. Lalá sorria. Lalá se suicidou. Me lembrei de quando Sapinho se matou, há uns 20 anos. Sapinho dava sinais. Sapinho era maluco, mas todo mundo achava engraçado. Até que meteu uma bala 22 na boca. E Lalá, será que dava sinais? O que se passava com Lalá? A maioria das pessoas pensa que ela não tinha motivos pra fazer o que fez, por tudo o que falei no início. Ah, mas tinha motivos sim. Tinha mesmo! Talvez Lalá só não tenha externado, pelo que estou cansado de falar aqui: gente que compara sofrimentos e diminui os de quem reclama. Ou ela falou e ouviu exatamente o que o povo tá acostumado a argumentar. Fulano diz que tá sofrendo por amor e alguém retruca: “Ah, pense nas crianças que são abandonadas pelos pais!”. Outro fala que tá triste pq não consegue trocar o carro e vem um “amigo”: “Hum, e as crianças passando fome na África, hein?”. É assim. Todo mundo quer dizer que não é nada o que vc está sentindo. Se alguém reclama da vida, a gente deve dizer: “Vem cá, vamos tentar resolver isso. O que eu posso fazer? Ouvir? Dar dinheiro? Estender a mão? Te abraçar?”. Seria suficiente para ajudar Lalá? Não sei, mas Lalá não se sentiria desamparada. Lalá foi corajosa. O suicídio é um ato de extrema coragem, em uma cultura que estimula o medo da morte. Lalá tomou veneno contra rato e foi achada por sua cachorra. Isso diz muito sobre a solidão em que a gente pode viver. Que tristeza. Lalá foi embora.



Escrito por Pequiman às 11h55
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Massa ignara

Ignorância é solidão. Quando vc quer saber algo e não faz ideia do que seja, fica completamente perdido. Desconhecer faz vc se sentir bobo, como se todos ao seu redor soubessem o que vc ignora. Essa ignorância é duríssima. Vc tem a consciência de que há algo a saber e, por isso, sofre. Mas há outro tipo: a ignorância absoluta. Vc simplesmente não sabe que existe o que conhecer; pensa que não há nada a descobrir. Essa ignorância é felicidade, imagino eu.



Escrito por Pequiman às 09h30
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