Quadra rápida
Acabei de assistir a “Wimbledon”. Já é um dos filmes mais gostosos que já vi. E não é pelo calor da hora. Além de gostar de tênis e da Inglaterra, adorei a sensação de conhecer os bastidores do grand slam, mesmo como fantasia.
Escrito por Pequiman às 23h51
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Regeneração
Acompanho de perto a discussão sobre a autorização de pesquisas com células-tronco. Na Inglaterra, já estão liberadas. Ou seja, a expectativa de vida dos ingleses vai ficar ainda maior do que a dos brasileiros. Pq aqui, os carolas de todas as cores que habitam nossas casas legislativas e os vermelhos da Teologia da Libertação (que o Santo Papa, infelizmente, ainda não conseguiu aniquilar) empoleirados no governo são contra. No Brasil, as coisas funcionam sob interesses pessoais das autoridades. Se um filho do companheiro Lula tivesse leucemia; se um sobrinho do camarada Dirceu ficasse tetraplégico; se um tio do imortal Sarney tivesse Alzheimer; pode ter certeza que as pesquisas com células-tronco e possíveis/hipotéticas aplicações das descobertas seriam legalizadas no dia imediatamente posterior à descoberta da desgraça governamental. ONGs que lutam por este avanço científico e interessados diretos na sua aprovação: comecem a rezar/torcer pelas situações citadas. Ou, se alguma entidade mais radical tiver coragem, é só provocar um acidente com um ente querido de quem manda nessa porra. A religião vai para o saco rapidinho e o dinheiro estatal será destinado para algo que tem valor.
Escrito por Pequiman às 23h50
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Estado menor já!
Vi um comercial do PT dizendo que Iris vai fazer mal para o funcionalismo público municipal assim como fez para o estadual. Na peça, dizem que vários empregados pagos com o nosso dinheiro se suicidaram após a demissão sumária. Gol contra. Agora é que voto mesmo em Iris. Aliás, voto em todos os candidatos que prometerem demissão em massa de funcionários públicos e diminuição do Estado.
Escrito por Pequiman às 23h49
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Basta saber
Assisti ao dinamarquês “Reconstrução de um amor”. Metalinguagem. Vai ter gente amando, gente odiando. O que importa é uma cena que tem muito a ver com o que penso e escrevo aqui. No começo do filme, o personagem principal pergunta para um amigo o que o deixa feliz. O amigo responde que não sabe. O primeiro insiste: “Se soubesse o que te deixa feliz, vc faria?” O amigo: “Claro.” É isto.
Escrito por Pequiman às 16h19
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