P&B
Uma dupla musical adolescente causa polêmica nos E.U.A. Gêmeas, de 13 anos, louras e brancas. Na foto de divulgação, usam camisetas do Smile com interferências transformando-o em um Hitlerzinho simpático e sorridente. Um Smile de bigodinho e pega-rapaz. Elas foram educadas em casa pela mãe racista com livros da década de 50, “antes que inventassem os direitos civis”. Prussian Blue é o nome artístico da dupla, que em seu único disco canta odes a personalidades nazistas. Elas já declararam que têm orgulho de ser brancas. Vamos discutir algo, sem entrar na apaixonada questão hitleriana, pq ninguém tem o distanciamento necessário para opinar. Só quero saber o seguinte: um preto usa uma camiseta escrito “orgulho negro” e está tudo bem; pq um branco não pode ter orgulho de sua cor?
Escrito por Pequiman às 09h58
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Beleza
O elenco de “Belíssima” faz justiça ao nome da novela, mas fiquei apavorado com a possibilidade dos absurdos de América se repetirem. Ao invés de situações, pessoas inexistentes. Reinaldo Giannechini é mecânico. Se um profissional com essa estampa realmente existisse, conheço gente que retiraria o carro da concessionária e o levaria toda semana à oficina do belo para trocar o óleo. Marcelo Antony é um operário. Tá certo que Gisele Bündchen costurava sapatos no interior gaúcho, mas é uma situação tão improvável que só poderia acontecer na vida real (e no pampa). O máximo da cretinice é a vendedora de drops no sinaleiro Cláudia Abreu. Não que ela seja belíssima, mas só encontro pretinhos vendendo mel, chicle e banana quando paro o carro.
Escrito por Pequiman às 09h55
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Porrada
Apesar do primeiro filme ser melhor, gostei de “Jogos mortais 2”. A primeira situação é arrasadora. Só não dá pra engolir a participação da viciada no final. O resto é legal. Principalmente pq caminhava para um final comum, com a capitulação do assassino. Eu tava ficando puto. Mas aí ficou bom. A drogadita criminosa tem até justificativa. É preciso continuar a saga, já que o original está morrendo de câncer. As etapas dos jogos são muito criativas. E a sugestão da dor continua forte. Imaginar dói mais do que sentir, não é Kal e Joss? Nunca tinha assistido a filmes com Jet Li. Porra, como o cara bate. As pancadas são muito fortes. Ao contrário de “Herói” e “O clã das adagas voadoras”, a coreografia das lutas não resulta em beleza e êxtase. O pau come, o sangue jorra e os ossos se partem. “Cão de briga” vai bem no primeiro terço. Mas aí aparece Morgan Freeman e o China pára de trucidar os outros. Passa de filme de macho para filme de redenção. Merda. Ah, e como o Reino Unido é pródigo em cobradores violentos, hein!
Escrito por Pequiman às 09h09
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BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Sexo, Música, Futebol
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