Gana
Gana tomou o primeiro em um típico gol de manual.
Analisando bem, o Brasil só tem o gordo, o dentuço e o leite Ninho. O resto é resto. Como o dentuço não tá jogando, basta marcar o leite Ninho que a bola não chega ao gordo.
Assino todos os canais que transmitem os jogos da Copa. Mas assisto na Globo por causa da imagem e pq a mesma, pela antena Sky, chega atrasada. Não consigo assistir ao lance um segundo e meio depois dos vizinhos. Eles já vibraram ou se lamentaram. Que reflexo! No segundo gol do Brasil, depois de constatado o impedimento, Galvão: “Gol número 200. De joelho e em impedimento! (risadinha)” Se gabando, tipo “é bom demais balançar a rede duzentas vezes, ainda mais com malandragem”. É o Brasil. Ninguém pode reclamar de Lula, mensalão, sonegação, caixa dois, suborno no trânsito, carteirinha de estudante. Ninguém! E, no segundo tempo, nem um pio sobre o lance. Ah, se fosse contra. Repito: em um jogo tão equilibrado, não dá para subestimar a influência do erro no resultado. Ir para o vestiário com 0 x 1 é diferente de 0 x 2. Desanima. E o técnico, por falar a verdade, foi expulso. Essa é para Joss: quando um árbitro é elogiado pela Globo (Arnaldo) e, coincidentemente, o Brasil sempre goleia quando ele apita, pode desconfiar.
O hino de Gana pede humildade e prega honestidade. Só pra constar.
O único jogo em que fui traído pela torcida, ao invés da análise pura. Estão falando na revanche de 1998. Mas 98 já não deveria ter sido a revanche de 86?
Escrito por Pequiman às 17h40
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