A arte de viver e morrer
É o dia de sua morte. A hora. O minuto. O segundo. Neste momento, um anjo chega para conversar com vc. Ninguém que rodeia sua cama vê o enviado. Ele lhe dá duas opções. Primeira: sua vida na terra acaba para sempre. Vc será julgado e, de acordo com o resultado, irá para o céu ou para o inferno, para toda a eternidade. (Sabendo que a possibilidade de perdão e redenção no julgamento é quase 100%, pois Deus é muito bondoso.) No céu, como sabido, não faz frio nem calor. Vc acordará tarde, terá cerveja (comedidamente), suas únicas tarefas serão cuidar da horta e tirar leite da vaca. Terá tempo de sobra para correr atrás das borboletas, tomar banho de rio e meditar. Na verdade, não fará muita coisa. Para toda a eternidade. Esta é a primeira opção. Segunda: vc tem oportunidade de viver a sua vida novamente. A mesma vida. Nascendo no mesmo lugar, na mesma época, na mesma família, com os mesmos recursos, sabendo que tudo acontecerá novamente no início. A sua vida repetida. Vc poderá fazer opções diferentes na sua nova velha vida, chegando ao fim de forma diferente da próxima vez. Mas vc não se lembrará do que viveu anteriormente. Ou seja, se fizer as mesmas opções, tudo acontecerá novamente. Não terá oportunidade de corrigir erros, pois não saberá onde errou, nem mesmo que errou. Esta é a segunda opção. Qual vc escolhe?
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Eu adoro a Alice de “Páginas da vida”, simplesmente pq ela define arte contemporânea como ninguém. Na última exposição da Tônia (é isso?), ela disse que suporta o tipo de espaço por no máximo meia hora. Não tem paciência para ficar contemplando a obra para descobrir a “essência”. E termina com um “vamos combinar?”. É isso aí, Alice. Pau no cu dos artistas contemporâneos e seus intelectualóides de plantão na imprensa “de arte”.
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Reparou como todos os que afirmam que a redução da maioridade penal não reduzirá a violência são psicólogos esquerdistas, sociólogos esquerdistas (tautologia) e comunistas em geral? Pode desconfiar.
... Hoje de manhã um pastor da Universal disse na Record para abandonar os remédios e os médicos “que ficam jogando os pacientes de um pro outro” e procurar o templo.
Escrito por Pequiman às 09h07
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