Dói, dói, dói. No rigoroso e total vazio, só dor. Oco. A dor não preenche, vem do nada, passa pelo corpo e sai, apesar de produção ininterrupta. Dá vontade de arrancar a pele, esfregar até sumir tudo. Tudo. Dói.
Escrito por Pequiman às 08h35
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