TV aberta
Eu boicoto a Record. Não só pq é da Igreja Universal. Tb pq faz um jornalismo rasteiro, imbecil, politicamente correto e esquerdóide. O “Fala Brasil”, então, é de uma cretinice sem tamanho. A apresentadora (até hoje não sei o nome dela) faz comentários como a Leda Nagle, com a ironia típica da esquerda que se julga dona da verdade. Eu me irrito. Ainda vou ter um enfarte por causa de besteira.
Anteontem, uma reportagem mostrou uma ação da polícia que resultou na prisão de um ladrão de carro, sem disparar um tiro. Ah, mas isto foi motivo de loas à atuação, “isto é que é polícia”, “fez o trabalho sem violência”. E dá-lhe pau na polícia carioca, dizendo que a política de enfrentamento não está dando resultado. A Record quer que a polícia combata os bandidos sem atirar! Contra a violência marginal, serviços de “inteligência” e bandeira branca. Tomá no cu! Já disse: violência se combate com violência.
No mesmo dia, em reportagem sobre pedofilia na qual era repisada a participação de um procurador da república no caso de Rondônia, o telejornal chegou ao cúmulo de dizer que “era um absurdo um cidadão com salário de R$14.000,00, que poderia ter todas as mulheres que quisesse, estuprar crianças”. Ah, tá. Se fosse pobre, então, poderia? É isto mesmo? Este tipo de afirmação segue a linha que permeia todo o jornalismo da Record, que pressupõe que pobre é bom, rico é mau. A mesma que faz com que as favelas sejam chamadas de comunidades. Se há questão que não justifique a pedofilia, então, é a financeira. Já escrevi sobre isto e voltarei ao assunto em outro momento. Para piorar e me deixar mais puto, a Globo ainda fica imitando a Record, preocupada com a perda de audiência, como no caso das “comunidades”, por exemplo. Parece que não aprendeu com a disputa Faustão x Gugu. Merda.
Escrito por Pequiman às 10h43
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